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segunda-feira, 8 de junho de 2009

"O CDS teve um grande resultado"



"O CDS teve um grande resultado", o trabalho e o empenho foram reconhecidos, começou por dizer o cabeça de lista, Nuno Melo, no seu discurso após a saida dos resultados destas eleições. Na sede do partido, o sentimento era de objectivo cumprido, foram mantidos os dois eurodeputados, quando no geral Portugal desceu de 24 para 22 representantes. Nuno Melo e Diogo Feio foram os escolhidos para representar o CDS:PP, num acto eleitoral cuja grande vencedora foi a abstenção (cerca de 60%).



Entre as várias ovações dos militantes presentes, Nuno Melo realçou que o partido subiu em quase todos os distritos e que os resultados não são os das sondagens mas sim os das urnas (davam ao partido 3/4% das intenções de voto, em alguns casos mesmo abaixo da margem de erro, e no final o partido teve mais de 8 %). O líder, Paulo Portas, disse que nesta votação "o pais censurou quem tinha de censurar (...) e que estes resultados dão esperança e confiança ao partido". Acrescentou, ainda, que o CDS tem crescido nas urnas, o que surpreendeu a todos menos a eles, pois sabiam que iam vencer.










Por Márcia Vieira e Mafalda Rebelo

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Civilizar Portugal - Cuidados Paleativos

Sábado, dia 30 de Maio, o líder do CDS-PP esteve no Hospital da Luz, em Benfica, em mais uma acção de campanha. O mote foi a falta de resposta do sistema de saúde para os doentes necessitados de cuidados paleativos.





Por Mafalda Rebelo

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Entrevista com Teresa Caeiro

No próximo dia 7 os portugueses são chamados às urnas, no primeiro dos 3 actos eleitorais deste ano. Domingo, a oito dias das eleições, no café do teatro S. Luiz, em Lisboa, a número três da lista do CDS-PP às eleições europeias, Teresa, Caeiro, depois de mais um dia de
campanha, fala-nos sobre as traves mestras da campanha do CDS-PP. Deixa também presente a forma como o partido encara esta vocação num contexto nacional e europeu.



Por Márcia Vieira

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Não brindemos ainda!


Ao contrário do que é prática corrente em tempo de campanha, o CDS-PP sai para a rua sem os brindes tradicionais. Os portugueses não fazem o gosto aos chapéus, aos calendários, aos sacos de plástico ou aos porta-chaves. Uma opção que o partido diz ser tanto uma questão de gestão como de política: "Nós não podemos ostentar aquilo que os os outros dão no contacto com as pessoas, não temos os outdoors que toda a gente vê um pouco por todo o país", afirma Nuno Melo. O cabeça-de-lista expressa a vontade de que as pessoas votem no CDS-PP com base no mérito: "Não pretendo que uma única pessoa vote no CDS nestas eleições porque recebeu de mim um saco de plástico ou um calendário. Quero que votem as pessoas se acharem que o que eu digo faz algum sentido".
Por Mafalda Rebelo

Nuno Melo



Nuno Melo é o candidato do CDS-PP às eleições legislativas. O actual vice-presidente da Assembleia da República (um dos mais jovens até ao momento) encara este desafio como uma nova experiência, “ uma oportunidade de alcançar outra dimensão na política”. Numa altura em que considera já não haver muito mais a inovar a nível nacional, uma vez que tem estado em todas as frentes do partido nos últimos 15 anos, considera a renovação parlamentar positiva para o grupo, conforme declarou numa entrevista à revista Sábado.
Membro do conselho nacional do CDS-PP, deputado eleito por Braga, distrital da qual também é presidente, não vê o cargo de deputado Europeu como “um prémio de aposentadoria”, mas sim mais uma forma de defender os pontos nos quais acredita, e é por isso e não por qualquer divergência que assume esta candidatura.
O Candidato distancia-se do núcleo central dos apoiantes do líder do partido, Paulo Portas, e apesar de lhe reconhecer uma visão política pouco frequente, deixa expresso que sabe que é o que é “não pelo Paulo [Portas] mas por aquilo que o trabalho [no partido] justificou”. “Sou muito mais do que um produto do Paulo Portas”, continua o advogado de Braga, que reconhece ainda que há membros mais próximos do presidente e que nunca foram escolhidos para os cargos que já desempenhou.

Por Márcia Vieira